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A presença física destes seres é extraordinária. As ligações que estabelecem connosco assentam sempre numa confiança incondicional. O pacto que connosco fundam cumpre uma lógica da sensibilidade profunda. É uma eloquência muda e permanente. Ensinam-nos a ser em conjunto, e a praticar a justiça. São guardiões da nossa consciência, e estão sempre presentes. Dão-nos a sensação de sermos deuses, senhores do seu destino, entre as pequenas e as grandes coisas, e nós temos de estar à altura desse papel divino. Poucas outras coisas na Terra nos porão tão alto e tão frágeis no exercício do destino. São as pessoas não humanas, capazes de darem tantas lições aos humanos não pessoas. Um dia, deixam de estar na presença física, e percebemos que nos deixaram um legado espiritual infinito. A melhor maneira de o preservar é estender a mão a outro ser nobre que continue o caminho ensaiado por Ashi, a cinza, a cor da poeira do vento profundo. Ele está connosco.
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Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊
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