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Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Logo após as primeiras chuvas, faço as limpezas de outono. Com um pano macio dou lustro à casca das
abóboras-menina e das maçãs encarnadas. Coloco as primeiras na beira do telhado
e as segundas, junto-as às maçãs reineta e às nozes num cesto de vime, com um
pau de canela para enfeitar. Limpo o pó às castanhas novas e asso-as lá fora na
cinza quente de uma fogueira quase a apagar. Lá para o fim do dia, lavo e seco
as tigelas antigas da marmelada, aquelas brancas, com uma risca azul. E como
castanhas até ser manhã.
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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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