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Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊
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A opinião pública devia ser preparada para o tipo de criatura que está em jogo. Este monstro é como a incestuosa do Canidelo: mesmo encurralado, irá tentar não se entregar.
Para acompanhar. Ambas os casos, aliás... :-\
É uma observação que, tirada a brutalidade dos atos cometidos, tem algum paralelo com a cabeça do monstro que me persegue, desde 2007.
A premeditação, a cegueira, o não hesitar no cometimento dos atos que possam apagar os rastos do crime estão presentes.
O perfil foi friamente traçado pelo "Expresso": .
“O seu comportamento revela que ele não queria de forma alguma ser identificado, razão que o terá levado a atirar a matar o casal de civis vítimas de carjacking."
Mesmo na presente fase de encurralamento, continua a persistir e a continuar, todas a noites, a tentar "manter contacto" (!), por email.
Portugal tornou-se num país perigoso :-|