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Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
É tão bom, até os bichinhos gostam: "en el contrato de confidencialidad que los empleados del hogar de Cristiano Ronaldo debían firmar en 2012 se podía encontrar una cláusula significativa. El trabajador en cuestión no podía hablar del jugador «hasta 70 años después de la muerte de Cristiano Ronaldo o del último de sus familiares». La multa que recibiría en caso de aparecer en los medios de comunicación sería «una cantidad igual a cinco veces las cantidades que reciba con un mínimo de 300.000 euros». La privacidad de Ronaldo, eternamente protegida" :-)
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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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