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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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Cor pastel dos eclipses todos
Esse pastel a evocar as cores todas da ilha abençoada. Tudo está presente na forma semeada, e tudo o que conte é redundante do que a Manuela viu, e eu recordo, a ilha, desértica, e os calores extremos, a visão do meio da tarde, na vertente rampa inclinada, de cada lado, o teatro das cores, e as sépalas, apressadas, a quererem esquecer a urgência das folhas, um verde enervado até aos extremos, e a cor violácea, o pastel perdido no desmaio gráfico do tom,
ao virar a primeira esquina,
estendia o dedo e tocava, o calor fazia um veludo no tato, e elas assentavam, gigantes, ao alcance do dedilhar. Tudo o resto são maravilhas, e o original fenece ao lado do eterno lugar poético
era assim...?! :)