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"De acordo com o artigo 4º do regulamento, os dados pessoais são Informação relativa a uma pessoa singular identificada ou identificável («titular dos dados»). É considerada identificável uma pessoa singular que possa ser identificada, direta ou indiretamente, em especial por referência a um identificador, como por exemplo um nome, um número de identificação, dados de localização, identificadores por via eletrónica (E-mail) ou a um ou mais elementos específicos da identidade física, fisiológica, genética, mental, económica, cultural ou social dessa pessoa singular".
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"O Álvaro Fernandes foi um dos capitães que andou pelas aventuras de Abril. Homem de valor e humor, recordo sempre a história que contava do dia da abrilada, em que, já com todos os dignitários do Regime fechados no Quartel do Carmo, se lembraram de que se tinham esquecido do "Cabeça de Abóbora", Américo Thomaz, e vai daí, telefonaram-lhe para casa (à portuguesa) para dizer que estava em curso uma sublevação militar, e que já tinham prendido o Presidente do Conselho, Marcelo Caetano. Diz que o "Cabeça de Abóbora" fez uma pausa, e terá perguntado: "Prenderam o Marcelo Caeteano?...", "Sim, sr. Almirante, ele está aqui preso", ao que terá respondido, "Fizeram muito bem!!!..."
É uma das muitas histórias que contava e que deixará de contar a partir de hoje.
As condolências à Maria José Chaleira, fã maior dos "Braganza Mothers".
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Sim, está finalmente assente: Politécnico de Tomar prova, cientificamente, que foram destruídos 19 quilos de madeira nobre, do Brasil, para dar corpo a um ídolo com cara de saloia, com um chip enfiado na boca da servidão, para o caso de ser roubado, e que é o rosto dos muitos milhões de euros, que anualmente, ingressam na economia paralela, desaparecendo "miraculosamente" dos seus bolsos
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"Fake News" Então, a Maria João Rodrigues, uma singularidade capilar portuguesa, foi condenada pelo Parlamento Europeu por assédio moral aos seus funcionários escravos. Até aqui, tudo bem, por que qualquer portuguesa normal, com o mesmo cargo, faria o mesmo, em qualquer parte do Mundo. O estranho é terem-se dado ao trabalho de a condenar por assédio moral, quando a condenação esperada seria pelo escândalo público dos seus hábitos capilares, e pela cumplicidade dos cabeleireiros associados, uma coisa que só se pode encontrar na segunda periferia de Istanbul e nos bairros pobres de Bagdad, ou, mais recentemente, nos bairros sociais do Cairo, embora haja tendências que digam que os casos detetados nos bairros sociais do Cairo já seriam, por sua vez, uma imitação dos exemplos vistos na segunda periferia de Istanbul e nos bairros pobres de Bagdad. No fim, parece a "Cantatrice Chauve", do Ionesco: "elle se coiffe toujours de la même façon"... Infelizmente, até no Parlamento Europeu a justiça funciona mal, e mais prefere agir onde faz vista do que agir onde faz falta. Depois, espantam-se que cá ainda seja pior, e o Duarte Lima vá dentro por causa de uns terrenos, em vez de ir dentro, por ter enfiado uma cabeleireira loura e ter despachado para o Além, mascarado, em Saquarema, de “Gisele” Duarte Lima, a pobre da Dona Rosalina, viúva do Tomé Feteira…
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