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Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
O Crato (primo-sobrinho-trineto em 2º grau do 1.º Barão e 1.º Visconde de Nossa Senhora da Luz (!), não quer mexer muito no assunto, não vá ter alguma mancha de percurso, com os restantes, mas vamos brevemente ter o Professor Doutor Armando Vara, e o Professor Doutor, cum laude, Vasco Franco, ou de como se pode transformar, folcloricamente, uma quarta classe num doutoramento, em dois ais.
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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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A Vice Reitora, Clara Pito, perdão, Pinto Correia, dava equivalências, entre duas garrafas de whisky e uma sessão de fotos dos orgasmos, filhos da puta, o esterco em que nós estamos enfiados...
Criaram a instituição para acelerar a falta de formação académica da corja que governa Portugal, e usaram as pessoas normais, que lá iam tirar os cursos, como fachada. Isso é velho como o Mundo