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Manual de "migrantes" para totós - Fatiha é de Omhs. Sempre foi de Ohms. Ao longo de 30 anos, teve sete filhos. Encontramos um ventre seco e um olhar que as lágrimas já não visitam. A sua vida foi vender bolos, até que a guerra começou. Agora, tem muitas dificuldades em se mover. Há 3 anos, Amid e Ibrahim foram mortos pelo regime de Assad. As filhas mais novas, que tratavam dela, foram raptadas pelos criminosos do ISIL, no início do verão. Yussuf, Mamoud e Zacharias partiram há dois meses, com destino à Alemanha. Prometeram enviar, notícias mal chegassem, mas Fatiha não voltou a ouvir falar deles. Confessa que come um pouco de pão, que a vizinha lhe dá, uma vez por dia, mas ela também já lhe disse que também poderá partir em breve. Agora, quando Fatiha tenta dormir, é sempre agarrada ao seu cão. Quem cuidará da velhice de Fatiha?...
Para o nosso descrédito mundial, só faltava ter um oligofrénico, vindo das brenhas de Cantanhede, para acabar como canibal, em Nova Iorque
Este gajo é bom, bom, bom, como o caralho, e vem falar, como todos... de gajas! Pá, evoluam!
Continuam com as conversas das "gaijas" num dos países com maior indíce de homossexualidade.
Como dizem os estrangeiros, Portugal é o país dos "gays casados".
Parece que elas gostam, ou, se não gostam, já se habituaram. No fundo, estar casada com uma bicha é tão simples como estar a simular orgasmos, aquilo em que elas passam o tempo
Este merecia o Nobel dos gajos bons