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Manual de "migrantes" para totós - Fatiha é de Omhs. Sempre foi de Ohms. Ao longo de 30 anos, teve sete filhos. Encontramos um ventre seco e um olhar que as lágrimas já não visitam. A sua vida foi vender bolos, até que a guerra começou. Agora, tem muitas dificuldades em se mover. Há 3 anos, Amid e Ibrahim foram mortos pelo regime de Assad. As filhas mais novas, que tratavam dela, foram raptadas pelos criminosos do ISIL, no início do verão. Yussuf, Mamoud e Zacharias partiram há dois meses, com destino à Alemanha. Prometeram enviar, notícias mal chegassem, mas Fatiha não voltou a ouvir falar deles. Confessa que come um pouco de pão, que a vizinha lhe dá, uma vez por dia, mas ela também já lhe disse que também poderá partir em breve. Agora, quando Fatiha tenta dormir, é sempre agarrada ao seu cão. Quem cuidará da velhice de Fatiha?...
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. ai ai . estás a dizer asneiras . vou dizer à tua mãe .
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O Arménio faz barreira, cá em baixo, e depois o pessoal da pesada avança :-)
Há gente muito ordinária neste blogue, não há? :-)
A verdade é toda a gente "abraganzou", até o Soócrates, com "os filhos da mãe da direita" -- uma "senhora" nao fala assim, amor.... -- "o estupor" do Ministro das Finanças da cadeirinha de rodas alemã, ai que horror, um ex primeiro ministro nunca deve chamar "estupor" a um colega seu, e em Belém não há "malandrice", Zé, há um filho da puta que devia estar preso desde os anos 80
:-)
Paris ensinou-lhe muito, desde as matinées da Rue des Ours, nos quartos escuros do "Le Dêpot", até às soirées do "Keller", e "La Lune" muito mansinho, Bastilha acima, com a Ópera Nova pelas costas, salvo seja, a subir a Rue Saint Antoine, e a acabar ajoelhado, nas Piss Parties. Um político como todos, afinal, um homem do séc. XXI.
Dizem que engole, mas nunca vi