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Manual de "migrantes" para totós - Fatiha é de Omhs. Sempre foi de Ohms. Ao longo de 30 anos, teve sete filhos. Encontramos um ventre seco e um olhar que as lágrimas já não visitam. A sua vida foi vender bolos, até que a guerra começou. Agora, tem muitas dificuldades em se mover. Há 3 anos, Amid e Ibrahim foram mortos pelo regime de Assad. As filhas mais novas, que tratavam dela, foram raptadas pelos criminosos do ISIL, no início do verão. Yussuf, Mamoud e Zacharias partiram há dois meses, com destino à Alemanha. Prometeram enviar, notícias mal chegassem, mas Fatiha não voltou a ouvir falar deles. Confessa que come um pouco de pão, que a vizinha lhe dá, uma vez por dia, mas ela também já lhe disse que também poderá partir em breve. Agora, quando Fatiha tenta dormir, é sempre agarrada ao seu cão. Quem cuidará da velhice de Fatiha?...
Uma longa espera do Cinema Português, depois de décadas de fracassos e traumatismos continuados
Esta incapacidade para "ser" frontal, que define a doença portuguesa e provoca a doença da ausência do Cinema Português. A ver vamos
Eu não rcebu nada de cinema nem de pulhitica, mas quando for grande queru ir à festa do abante de boina há fanxono para sacar uns botos no cu e ir em rumaria à abade faria recumendado pêlo pêlo encavado no cu do baixote cara de escroto podre ganda nóia. Adorava ter romaias todos os dias de pêlos encavados no cu e de fanxonos com boina, era sinal que ainda tinha amigos do cu e de penishecu.
E piscina aquecida para banhar o clítoris. Quem me dera ter um clítoris, que a piscina aquecida é como quem diz :-)
Um já é bom para fazer, o outro ainda tem de crescer