Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
A Portugalidade assentou em três fulcrais momentos de desigual angústia: o dia improvável em que Salazar caiu da cadeirinha, o dia miraculoso em que se deu o 25 de abril, e o dia de alívio em que o Cavaquistão finalmente terminou. Quando Salazar caiu da cadeirinha, creu-se incredulamente no Destino; quando se deu o 25 de abril, ainda se acreditava na Esperança. Com a saída de Cavaco, já não há nada para se sonhar, mas mais vale nada ter com que sonhar do que penar um só mais dia que seja de cavaquismo.






