skip to main |
skip to sidebar
E, ao começarem as auroras de novembro, entre as brumas e as águas agitadas do rio, em Hin, o Senhor Qan, do Sexto Reino, chamou todos os vizinhos até à fronteira dos territórios do Sul e até o belicoso Ken, do Quarto Reino, e ao vê-los ali todos juntos lhes falou da escolta para a sua longa travessia, e só o arquiteto Hon-si, que lhe talhara as pedras subterrâneas, não estranhou que o muito nobre Qan apenas quisesse levar consigo o exército de Jade das cigarras dos 10 000 anos de prosperidade
popular
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
eu também não estranho :)
quem desdenharia um exercito assim?