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Pronto, já está: certamente deve ter reparado na voragem dos últimos dias, com o Cristiano Ronaldo, “The Special One… percent”, a aparecer na televisão, como se nada tivesse acontecido, em tudo o que é anúncio, caríssimo, com criancinhas ao lado, e na multidão de gajas de aluguer, nereidas e putas afins, a quem se diz que ele em tempos pagou para que aparecessem, como alibi, nas capas de revistas, a virem dizer que ele é bom menino, incluindo aquele “one percent”, pois a verdade é que a Kathryn Mayorga acabou de despejar no “Der Spiegel” os pormenores todos, sobretudo aquele que vai atirar o “The Special One… percent” para o lugar próprio de onde nunca devia ter saído, e vai pôr a mamã Aveiro e a mana apoiante do Bolsonaro a calmantes, coitada da Kathryn: pois, então, parece que o “The Special One… percent” lhe saltou mesmo para cima, e como é testado de três em três meses, para ver se apanhou algum bichinho, a encavou brutalmente, SEM PRESERVATIVO NEM LUBRIFICANTE, e a deixou toda ferida e a sangrar, a dizer “NÃO, NÃO, NÃO”, e cheia de medo de ter apanhado alguma doença sexualmente transmissível, a célebre SIDA/AIDS, que se apanha mesmo assim, em sexo desprotegido, na forma bruta de penetração anal, com ferimentos expostos aos líquidos seminais com que “The Special One… percent” ficou nos dedos, depois de a ter brutalmente violado. Pagou-lhe $375 000 US para ela se calar, mas nós agora somos mais exigentes, e queremos que ela fale de graça e lhe descubra esse One Percent de que tanto gostamos 😊
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Chegarmos ao séc. XXI, com a cabeça formatada medievalmente.
Puta que os pariu!...
Sou a Carla, esteticista nas Merces, junto à Sintra.
Tenho 37 anos, tenho 1,60 e sou gordinha. Tenho umas boas mamas e um cu grandinho. Ando de leggings gastos entre as pernas para que fique ainda mais visível o contorno da minha passarinha totalmente depilada. Quando posso abro as pernas no cafe para sentir os lábios a separarem ao pé de todos. Sou casada e mãe o que torna mais difícil ser eu mesma.
Desde que me conheço que me masturbo a pensar que eu sou uma simples escrava e que todos que eu conheço só tem que passar por mim, mandarem abrir a boca e tirarem o pénis para eu chupar. Com os joelhos em cima das minhas mãos e boca aberta, todos eles pegam na minha cabeça com força e comessam a foder a minha garganta sem dó nem piedade para depois despejarem o leitinho.