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"Fake News" - Novos desenvolvimentos da bicha-gay ameaçada no Mac Donald’s de Barcelona. A história foi mal contada: o agressor de preto queria transformar a bicha-gay em heterossexual para finalmente poder ser comido por um heterossexual a sério, e não por bichas-gay vestidas de paneleiras, como é cada vez mais moda e flagelo dos chats e aplicações de engate. O agressor tinha um ar horrível, de arrumador de carros das Amoreiras, embora se perceba que, ao longo do minuto e meio de conversa mole, a bicha-gay, daquelas muito palavrosas das mãos, até o acabaria por “fazer”, lá terá de ser, há tão poucos homens, hoje em dia, e tão poucos homens agressivos, mas a coisa não deve ter evoluído assim: como a história é mesmo má, e não queremos fazer previsões a não ser a partir do final do jogo, ainda assim avançamos que o mais certo é a bicha-gay e a paneleira heterossexual passiva de preto terem acabado, “ambas as duas”, com a velha das riscas a ver, a ser comidas pelo segurança, nas sombras do parque de estacionamento. (Pormenor: o de preto trazia uma cuequinha de racha atrás, por baixo do fato de treino. Que segurança barrigudo lhe ousaria resistir?...)
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Chegarmos ao séc. XXI, com a cabeça formatada medievalmente.
Puta que os pariu!...
Sou a Carla, esteticista nas Merces, junto à Sintra.
Tenho 37 anos, tenho 1,60 e sou gordinha. Tenho umas boas mamas e um cu grandinho. Ando de leggings gastos entre as pernas para que fique ainda mais visível o contorno da minha passarinha totalmente depilada. Quando posso abro as pernas no cafe para sentir os lábios a separarem ao pé de todos. Sou casada e mãe o que torna mais difícil ser eu mesma.
Desde que me conheço que me masturbo a pensar que eu sou uma simples escrava e que todos que eu conheço só tem que passar por mim, mandarem abrir a boca e tirarem o pénis para eu chupar. Com os joelhos em cima das minhas mãos e boca aberta, todos eles pegam na minha cabeça com força e comessam a foder a minha garganta sem dó nem piedade para depois despejarem o leitinho.