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Neste blogue praticam-se a Liberdade e o Direito de Expressão próprios das Sociedades Avançadas
Às sete da manhã pôs um olho
de fora e contou três chapéus amarelos e cinco encarnados. A maré estava baixa
e as rochas cobertas de limo brilhavam ao sol. Será um bom dia, disse em voz
alta enquanto sacudia as barbatanas peitorais. Em seguida mergulhou, contornando embalagens de iogurte, sacos de plástico e dois ossos de galinha.
Sentiu um arrepio na espinha e num impulso ascendente ganhou asas e voou. Se
tivesse olhado para baixo teria contado mil e quinhentas cabeças a escaldar na
areia. Mas não olhou.
popular
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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
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Que bom seria o verão, sem os... outros :-)