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Exclusivo “The Braganza Mothers”: primeiras imagens da violação anal (anal violation) de Kathryn Mayorga pelo CR7, o melhor do mundo (!) Cristiano Ronaldo, "The special one... ... percent :-)" ... Advogados de Kathryn Mayorga e “Der Spiegel” prometem tornar públicos mais documentos, incluindo gravações, fundos sonoros, e pequenos vídeos caseiros, que vão custar $100 000 000 US (cem milhões de dólares) de indemnização ao special one percent. Larissa Drohobyczer já disse que a sua cliente, apesar de muito fragilizada emocionalmente pela dor que estes dez anos de silêncio -- e $375 000 US a chegarem ao fim -- provocaram, está disposta a falar e a contar tudo aos #MeToo. Quer falar daquela noite na suite penthouse “Rose & Blue”, n.º 57306, do Palms Hotel-Casino, de Las Vegas. De como tudo começou no balcão do casino, à média luz, ele e os guarda costas, o cunhado e o primo, a dizerem a Mayorga que sendo ela gaja tão boa só poderia dar resposta. “o trabalho que tu tens não é de certeza o trabalho de uma menina boa, por que as meninas boas vão para o céu, e tu vens agora comigo para o quarto…”, e assim se fez. E depois de uma taça de champanhe (ela estava de dieta rigorosa) Kathryn olhou para Cristiano e disse “You have a beautiful smile but all your teeth are fake…”, e Ronaldo terá respondido “fake but expensive, dear, as everything in Las Vegas…” O resto já é público, e vocês todos sabem, a sms para vir a Jordan, muito mais platinada do que ela, e a subirem todos para a suite. Mayorga disse a Jordan que iam só fazer uma selfie no jacúzi, com vista para Las Vegas, mas voltavam logo para baixo. Não, ela não quis entrar vestida no jacúzi, apesar de ele lhe dizer que era isso que elas faziam todas nos filmes porno que via com o cunhado, e também que não lhe queria tocar 30 segundos na pichota (sting), nem dez que fossem, muito menos com o primo a ver, e que quando o primo saiu, ele voltou a atacar. Kathryn enrolou-se na cama, como uma bola, com os dedos muito agarradinhos à pussy, a gritar, “no, no, no”, para acordar o Pavlov escondido nele, e ver se o punha a salivar à vista do esférico, mas ele não queria bolas nem balizas, queria mesmo encostar, e quanto mais ela gritava “no, no, no” mais ele tentava meter-lhe a verga na cloaca, “the hard is the head, everything else is a little neck…”, disse. E foram dois segundos de perfeito horror, o tempo exato para ele ejacular (Cumming) nas mãos, e sete longos minutos para Kathryn voltar a ajeitar o cabelo e o vestido, fazer um big smile, olhar para o cunhado e primo e dizer “já está, podemos descer” (“Done”). “Foi uma desilusão, gritei para fingir que sentia, e ele só olhou para mim, com ar de cãozinho envergonhado, a dizer que era um bom rapaz, 99% de bom rapaz, exceto naquele 1% ("By this time, he's (...) on his knees. He says the 99 percent thing." He insisted, Mayorga says, that he was a "good guy" except for the "one percent.")
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Faz lembrar o "Braganza Mothers", há dez anos, quando o subúrbio do Canidelo nos queria coordenar as expressões :-)
Temos pena, mas o Mapplethorpe nunca fistou mal fodidas da Opus Dei
Interessante, como a exposição Mapplethorpe veio desencadear um reviver das memórias, e de como, para azar dos simpáticos membros do "Braganza Mothers", o colaborador e amigo Paulo Pedroso, por culpa desta foto, caiu no erro de travar conhecimento com a autora do "Sinfonia Opus Zero", a ex(?) colaboradora da Opus Dei, Fátima Filipe Ramos, e de como o desenvolvimento desse relacionamento levou o blogue e a equipa toda para o abismo, o primeiro abismo, que depois se arrastaria ao longo dos anos.
Como explicar a alguém que o cruzamento de um tema de Mapplethope com a abjeta seita Opus Dei poderia, um dia, vir trazer, para um grupo de artistas incautos, o inferno na Terra, ?...
Tão mau quanto verídico... :-/
É tempo de reler as palavras autógrafas do monstro:
"No Domingo, dia 24 de Junho, quando o Paulo Pedroso esteve em minha casa, eu e ele constatamos que a "Messalina" tinha poderes de administração. Pensamos que se tratava de mais um heterónimo, atendendo a que até tinha poderes de administração. Portanto, pelo menos no dia 24 já tinha essa capacidade".
Em paráfrase, quando o Paulo Pedroso esteve (infelizmente) em casa dela, já essas Messalinas, essas Alegras Geller e os comentários provocatórios a partir dos computadores escolares do Canidelo e outras tantas aberrações quejandas estavam em marcha.
Não pararam: cessado o contacto físico, e expulso o Paulo Pedroso do círculo de contactos, só o demo saberá a propósito de que pretexto, começou a década do inferno , e a esperança de que a Justiça exerça o seu papel.
É curioso como se pode começar em Mapplethorpe e acabar numa coisa destas, mas é exatamente o que enuncia a Teoria do Caos, e parece que tem razão…
Ir a Serralves, e ver o solzinho a dançar :-)