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"Fake News" - Então, o lixo Berardo está clausulado com o Estado, de modo a que o Estado sai sempre prejudicado, ou seja, a Isabel Pires de Lima-- mais um caso de política com rimel -- assinou protocolos em que o Centro Comercial, perdão, Cultural de Belém, expunha as coisas, mas se o "comendador" precisasse, elas nunca poderiam ser salvaguardadas e classificadas como de interesse público, e, assim, o “comendador” poderia vendê-las em Portugal, e no estrangeiro, ou, mesmo em caso de estar a dever mil milhões ao Estado, até podia agarrar em tudo, e voltar a fugir para a África do Sul, à sombra do Museu Berardo do Cabo, para recomeçar da base, no tráfico de cícades e exploração do preto. Quem decidiu isto?... A Isabel Pires de Lima, entre duas mãozadas de rimel nos olhos, não se lembra, mas talvez se lembre outro retornado, como o “comendador”, o sinistro João Pinharanda, ou o mentor do João Pinharanda, o ainda mais sinistro Alexandre Melo, e tudo isto cheira, por todo o lado, a golpadas de retornados, de onde o maior lesado foi o Estado, que não é retornado, é mesmo de cá, um estado de cá, e já que esse estado é de cá, os verdadeiros lesados somos todos nós, já que nós todos somos esse estado cá
Demasiado bonito.
Já deixei, no "Histórias com Mar ao Fundo", um primeiro devaneio sobre as imagens, mas esse mundo, muito íntimo e subtil, dos fungos efémeros, da metamorfose irisada das suas cores, dos esporos dos ventos que passam, de tudo isso, nos leva e enleva para aquele universo volátil do Fauré, de "Poussiére d'étoiles", ou das pavanas impressionistas, e vai aqui para a a Manuela,
em primeira mão: neste período de grande criatividade e calma que estou a atravessar, depois dos grandes painéis, inspirados por "Les Biches" e a "Sinfonietta" de Poulenc, vou agora avançar para um mural gigante, ao som de Ravel.
Depois irá vê-lo :-)
Um bom fim de semana :-*
verei :))
no entanto, não fui eu que inventei essa imagem perfeita da cúpula de uma catedral, a todos os deuses serenos, uma só coluna, um só capitel
foi o Luís e é demasiado bonito
Tem a certeza de que fui eu????
Isso de catedrais e cópulas, perdão, cúpulas, cheira-me mais à caminha entornada da Jacitinha Marto, que viu o solzinho a dançar a rumba com a Santa com Cara de Saloia :-)
(Nem sei se havia a rumba em 1917: às tantas, foi uma polka)
Poeiras do Sonho
Luís,
eu tenho dúvidas, apenas :))
tem razão, chamou-lhes: pequenos templos do Mundo
e
havia rumba, charleston, foxtrot, mas era mais a ocidente de Leiria
Devia ser a Jacintinha a dançar com o solzinho a Valsa da Artrose :-)